segunda-feira, 16 de maio de 2011

Gasolina: Ninguém Aguenta Mais, a gasolina deve custar menos


Olá amigos do Blog Irmãos Carro de Pau, estivemos prestigiando o lançamento da campanha “Ninguém Aguenta Mais” que protesta quanto do alto preço cobrado pelos combustíveis em nosso estado e que estabelece e divulga meios onde o consumidor pode denunciar, questionar e reclamar quando se sentir lesado.

Chegamos ao Alagoinha as 9:00h da manhã e a campanha já se encontrava a todo vapor, estavam presentes diversas autoridades e representantes das entidades que patrocinavam a mesma, Rodrigo Cunha, Superintendente do PROCON/AL, Vereador Galba Novaes, Presidente da Câmara dos Vereadores de Maceió, Vereadora Heloisa Helena,  Ministério Público Estadual e OAB/AL.

Foram distribuídos 400.000 panfletos e 10.000 adesivos além de cartilhas e camisetas. Durante o evento, através de um carro de som, divulgavam-se informações sobre os canais que o PROCON disponibilizou para que o consumidor tivesse acesso à pesquisa de preços, realizada e catalogada conforme regiões demarcadas na cidade de Maceió, onde é possível saber qual o melhor preço de determinado combustível e quais ou quais postos, em sua região, estão praticando este preço.
Seguem os links: http://www.procon.al.gov.br/ e

Segue o vídeo do local, quem desejar assistir direto do Yout Tube é só clicar no link http://www.youtube.com/watch?v=ZvK0_2oiVwE

O Superintendente do PROCON em Alagoas, Rodrigo Cunha, nos concedeu uma entrevista exclusiva, segue o link para o You Tube  http://www.youtube.com/watch?v=wmr-mg6JAoU&feature=related e abaixo está o vídeo.

Finalizamos lembrando que somos, apenas, apaixonados por carros que desejaram compartilhar com todos informações, experiências e conhecimento sobre o assunto e preço de combustíveis está diretamente relacionado com, pois dependemos destes para trabalhar e para cumprir com nossas rotinas diárias. Num país com um transporte coletivo urbano tão deficiente, o carro cada vez mais se torna indispensável no dia a dia e poderá chegar a um ponto em que seremos prejudicados em nossas obrigações, rotinas e demais atividades atreladas ao automóvel, pois abastecer será impraticável para a maioria dos brasileiros, se é que não já é.

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